sábado, 13 de abril de 2013

VENÇA O MAL COM O BEM


Isaque cava seu poço,
água jorra em abundância.
Vêm de lá os filisteus:
"esse poço nos pertence".
e põem Isaque a correr.

Isaque vai mais além

e cava poço de novo.
Mas os filisteus contestam:
"essa água nos pertence"
"fora daqui, seu Isaque."
- isso se dá por três vezes.

Isaque, qual peregrino,

outras paragens demanda,
dessa vez vai bem mais longe,
no afã de sobrevida,
- começa tudo de novo.

Largue, o Senhor lhe dá,

prosperidade e fartura:
água, não só abundante,
dá-lhe também "água viva".

Vai longe de Isaque a fama,

tamanha a sua grandeza.
Filisteus vêm visitá-lo
com ares de gente amiga. 

Deles vem até o rei,

acompanha um general
- "sempre fomos seus amigos,
  " você é servo de Deus,
  "você é de Deus bendito,
  "faça conosco aliança."

Isaque não recrimina,

não lança em rosto a maldade.
Recebe-os quais bons amigos
dá-lhes até um banquete.
E, sob as bênçãos de Deus,
faz pacto de lealdade.

Vence Isaque os filisteus,

compensando o mal com bem. 
 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

DIREITO UNIVERSAL

Morada pra toda gente
com conforto, água e luz;
não venha a faltar na alma
a segurança em Jesus.  



quarta-feira, 10 de abril de 2013

O HOMEM TEM SEDE DE DEUS


        Certa feita um homem que professava o ateísmo achou por bem criar seu filho em ambiente onde não se falasse em religião, não se adorasse a Deus e nada se cogitasse sobre o assunto. Levou então o menor para uma ilha deserta e começou a instruí-lo em sua escola de ateísmo. O menino foi crescendo naquele ambiente em que Deus era de todo desconhecido.
          Uma tardinha, ante um lindo pôr-de-sol, o ateu foi encontrar o seu filho completamente absorto na contemplação da cena que se vislumbrava, ao esconder-se o sol entre as nuvens. Sem ver o pai, o menino lançava um beijo ao astro-rei, dizendo:
            - Sol, leva este beijo para quem te criou.
            Este fato bem revela a inclinação humana para a adoração. Este sentimento é inato e nos foi outorgado por Deus para que não nos confundamos com os brutos. Um dos maiores erros do homem é apegar-se de tal maneira aos interesses rasteiros das coisas materiais que venha a esquecer-se do seu Deus, deixando de prestar-lhe o devido reconhecimento. No mundo globalizado de hoje prolifera a idéia do consumismo no qual fica minimizada a solidariedade e crescem a solidão e a violência num processo acelerado de desmoronamento do ser humano.  O homem só é feliz quando descobre que não é só corpo, mas nele habita um espírito que busca o encontro com o seu Criador. O homem tem sede de Deus.  

domingo, 7 de abril de 2013

JESUS, O BOM PASTOR



De várias maneiras Jesus definiu sua missão no mundo. Ele se apresenta como o pão que mata a fome, a água da vida, a porta do céu, o caminho, a verdade, a ressurreição e a vida.  Jesus é o bom pastor, o que vai à frente abrindo o caminho, ele conhece os atalhos e conduz as ovelhas com ciência e com inteligência (Jeremias 3: 15). 
        Considerando a profundidade e o elevado sentido da sua auto-apresentação, bem podemos repetir o que disseram os servidores do Império Romano que, indo prendê-lo, voltaram embevecidos com a Sua palavra: “Nunca homem algum falou como esse homem” (João 7:46).
        E Jesus se apresenta ao mundo sob essa figura sacrificial e amiga do pastor.  O pastor é companheiro das ovelhas, conhece-as pelo seu nome e estas conhecem a sua voz (João 10: 4 e 27). Seu trabalho, com efeito, foi humilde como o do profissional que cuidava das ovelhas, sendo o desvelo, carinho e desprendimento de um pastor da Palestina apenas uma pálida imagem do que fez o Divino Redentor pelas criaturas humanas.


sábado, 6 de abril de 2013

GENTE


Linda reserva ecológica
Em favela transformada;
Não mais as flores do campo,
Mas só gente acumulada.

Naquela verde montanha,

Favela a crescer, subir;
Vale ter olhos pra ver
E alma para sentir.

Mais acolá, numa gleba

Córrego - morada de gente.
é visão que fere a vista
Para a alma, dor pungente.

Verde montanha florida,

Foi viçosa em algum dia.
Muita gente amontoada
-por terra a ecologia.

Bem depois dos meus noventa,

Um lindo sonho me revela:
Daqui a mais vinte anos,
O Brasil sem mais favela.

Morada pra toda gente

Com conforto, água e luz.
Não venha a faltar na alma
A segurança em Jesus.

Almejo um mundo sem fome,

Vida plena - abastecida;
Não só na vida presente,
Mas com Cristo, o Pão da vida.

Seja bem-vinda a ajuda

Pela meta - fome zero.
Haja esforço gigantesco
Pra alcançar favela zero.






quarta-feira, 3 de abril de 2013

O HOMEM PREGAVA NO DESERTO



       Desde menino ele despertou a atenção de sua cidade e vizinhança pela singularidade de seu nascimento. Seus pais já eram avançados em idade, por isso não esperavam mais o nascimento de um filho.

        O aparecimento de João Batista veio como produto de uma profecia angelical, sendo revestido de aspecto sobrenatural e milagroso. Eis porque a notícia de sua vinda ao mundo correu célere por todas as montanhas da Judéia.

        O menino crescia e se desenvolvia. Seus pais, Zacarias e Isabel, estavam sempre na expectativa do cumprimento de uma previsão que sobre ele havia sido feita pelo anjo: “Será grande diante do Senhor. Será cheio do Espírito Santo”.

        O menino tornou-se homem. Agora já era conhecido como João Batista, o pregador. Mas por estranho que pareça, ao invés de procurar os grandes centros do seu tempo - Roma, Corinto, Damasco, Jerusalém, Alexandria - ele foi pregar no deserto da Judéia.

        Ali, em plena floresta, às margens do rio Jordão, iniciou o seu ministério de porta-voz de Deus. Sua pregação era baseada no ensino do profeta Isaías de cuja mensagem se dizia ser fiel cumprimento. Eis porque repetia o singular mensageiro: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai as suas veredas. Todo o vale se encherá, e se abaixará todo o monte e oiteiro; e o que é tortuoso se endireitará. E os caminhos escabrosos se aplainarão. E toda a carne verá a salvação de Deus”.

        E depois de citar o profeta Isaías, proclamava em alta voz a sua própria mensagem, que preconizava na fé em Deus, frutos de arrependimento e volta ao Messias Divino, que havia de vir.

        O povo, na sua ânsia incontida pelo conhecimento da verdade eterna, dirigia-se em grandes multidões ao deserto para ouvir a palavra do pregador. Ao anunciar a mensagem divina, ele concitava as multidões a uma vida nova de santidade e pureza e à esperança no Redentor prometido.

        Aqueles que ouvindo a sua mensagem sentiam o peso dos seus pecados e deles se arrependiam, confessando-os publicamente, João os batizava no rio Jordão, como símbolo da nova relação com Deus.

        Não demorou muito e sua fama se espalhou por toda a Palestina.

        Tendo em vista o alcance enorme de sua popularidade, muitas pessoas pensaram que fosse o próprio João Batista, o Messias prometido, o Cristo que havia de vir para a redenção dos homens.

        Nesse momento é que sublima a grandeza de alma e sinceridade do pregador. Ele mesmo se encarrega de desfazer essa falsa versão, sustentando que ele mesmo não era o Cristo. O Salvador do mundo em breve havia de aparecer. Este haveria de cumprir um ministério completo de redenção para o mundo. Estimulava a todos que cressem nele e o recebessem como Senhor e Salvador.

 (do livro O caminho da vida)

sexta-feira, 29 de março de 2013

O que é a Páscoa


       A Páscoa sempre foi, para o povo judeu, a comemoração da saída do Egito  para a terra da promessa.  Israel esteve sob um regime de aviltante escravidão, nada menos que 400 anos.
      Por determinação divina, e sob o comando de Moisés, esse povo sai triunfantemente do domínio dos faraós. Começa aí a longa viagem de 40 anos, com mil peripécias, até a conquista da Terra Prometida.
      A comemoração da Páscoa percorre séculos, sendo enfatizada nas fases mais importantes de sua história, sempre para lembrar a libertação do
Egito.
     Chegamos ao Novo Testamento – primeiro século do Cristianismo. Ainda encontramos a comemoração da Páscoa.
     Jesus, como bom judeu, a celebra com os seus discípulos.  Assim fazendo, a transforma na Ceia do Senhor, como praticam hoje as igrejas evangélicas.
     Abrange a comemoração o sacrifício a ser realizado pelo próprio Jesus: sua prisão, flagelamento, morte na cruz e ressurreição.
     Como para Israel a Páscoa simbolizava libertação, independência para o cristianismo evangélico ela simboliza libertação espiritual.  Em resumo, ela aponta para Cidade Eterna e a vivência feliz com Deus. 
    

quinta-feira, 28 de março de 2013

10 Fontes da felicidade que se secam

1.  Conta bancária robusta e sempre crescendo
2.   Viagens internacionais com hospedagens nos melhores hotéis
3.   Residência em mansão e pessoas para fazer tudo
4.   Domínio do conhecimento: doutorados e pós-doutorados
5.   Bom desempenho em alguma das belas artes
6.   Beleza e excelentes condições físicas
7.   Poder político e social: cargos importantes
8.   Presença na mídia e muita fama
9.   Lazer e diversão com todos os aparelhos modernos
10.  Domínio total em alguns idiomas
 
Tudo isso será anulado e posto por terra se não houver bom relacionamento com a família, vivência harmoniosa inclusive com os amigos.
Por isso diz a Bíblia.
Salmo 133: "Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.
É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orça das suas vestes.
Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre." 

segunda-feira, 25 de março de 2013

1° aniversário do Blog

Continuando a agradecer ao Senhor por um ano do Blog como instrumento de pregação.  

Isaias 40: 26 e 28 a 31

"Ergam os olhos e olhem para as alturas.  Quem criou tudo Isso? Aquele que põe em marcha cada estrela do seu exército celestial, e a todas chama pelo nome.
Tão grande é o seu poder e tão imensa a sua força, que nenhuma delas deixa de comparecer!...
Será que você não sabe? Nunca ouviu falar? O Senhor é o Deus eterno, o Criador de toda a terra. Ele não se cansa nem fica exausto; sua sabedoria é insondável.  Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças.
Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças.  Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam."

domingo, 24 de março de 2013

Aniversário de 1 ano do Blog

Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade. 
Salmos 115:1

domingo, 17 de março de 2013

A família e o celibato (continuação)

6. A união entre marido e mulher é comparada ao amor de Cristo dedicado à sua igreja (Efésios 5: 22-23).
7. O ministro casado tem melhores condições de sentir e avaliar os problemas das famílias.
8. O ministro casado, pela vivência com sua própria família, adquire condições mais favoráveis para o trato com as várias faixas etárias do seu relacionamento.
9. A pessoa casada é menos sujeita ao envolvimento e domínio das muitas tentações que a cercam constantemente.
10.  O ministro casado, além de ter na companheira uma ajudadora, consegue maior índice de credibilidade no trato com as famílias.

Por estes motivos e muitos outros que poderiam ser alinhados, chega-se à conclusão da inconsequencia e validade da lei do celibato obrigatório como estilo de vida para qualquer pessoa.  



quarta-feira, 13 de março de 2013

Família e o celibato obrigatório

Temos salientado no decurso de nosso trabalho o valor incomparável da família como fator importante do bem-estar humano.  Sendo o homem um ser social, não se sente totalmente feliz e realizado sem a presença da família.
Ao mencionarmos o celibato obrigatório, fazemos referência a uma lei eclesiástica, segundo a qual ministros religiosos, homens e mulheres, são totalmente proibidos de contrair o casamento.  O assunto já foi objeto de debate nosso pela imprensa.  Não encontramos motivos para a lei e prática do  celibato obrigatório pelas seguintes razões:
1. O celibato obrigatório contraria frontalmente a natureza social, biológica e psicológica do ser humano e ainda o seu natural instinto de perpetuação da espécie.
2. Não é recomendado nas Escrituras do Velho ou do Novo Testamento.  Em todo o Livro sagrado não há proibição do casamento.
3. Pelo contrário, há fartas recomendações para que ministros de Deus sejam casados (I Tim. 3: 1-5; Heb. 13:4).
4. A vida celibatária não é superior em santidade e pureza, diante de Deus, à vida conjugal.  
5. Pelo contrário, a união entre casados e exaltada, conforme a Bíblia (Samos 127 e 128).  
...continua

domingo, 10 de março de 2013

Há vida em Cristo

Salvação é o assunto principal no Evangelho.  O ponto alto em nosso relacionamento com Deus é crer em Jesus Cristo como único e suficiente Salvador. A vida cristã não começa por qualquer ritual, como batismo ou algum chamado "sacramento", mas por uma atitude de fé genuína no Divino Salvador.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna."


O mundo moderno necessita desesperadamente dessa verdade primária do Evangelho.  


sexta-feira, 8 de março de 2013

JESUS E PEDRO

Jesus é Rocha da vida
é o Pai da eternidade.
Quanto a Pedro, é só pedrinha,
não passa de pedregulho;
sujeito a falhas humanas,
erra, tropeça e vacila
não infalibilidade. 

quarta-feira, 6 de março de 2013

Um mundo sem fechaduras

Abro minha Bíblia e encontro um mundo no qual não há necessidade de qualquer dispositivo de segurança.  É o mundo em que domina a presença de Deus, e o temor está no coração dos homens.  Tal mundo é descrito nestes termos pelo profeto Isaías: "O Senhor exercerá o seu domínio sobre as gentes, e repreenderá a muitos povos.  E estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices, não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerrear" (2:4)
Diz o profeta: "Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar" (11:9)
Um mundo sem fechaduras, sem chaves e sem qualquer dispositivo de segurança é o ideal de Deus.  Isso ocorrerá, sim, quando o coração dos homens se encher do conhecimento do Senhor.

domingo, 3 de março de 2013

Quem é Jesus


De várias maneiras Jesus definiu sua missão no mundo. Ele se apresenta como o pão que mata a fome, a água da vida, a porta do céu, o caminho, a verdade, a ressurreição e a vida.  Jesus é o bom pastor, o que vai à frente abrindo o caminho, ele conhece os atalhos e conduz as ovelhas com ciência e com inteligência (Jeremias 3: 15). 
        Considerando a profundidade e o elevado sentido da sua auto-apresentação, bem podemos repetir o que disseram os servidores do Império Romano que, indo prendê-lo, voltaram embevecidos com a Sua palavra: “Nunca homem algum falou como esse homem” (João 7:46).
        E Jesus se apresenta ao mundo sob essa figura sacrificial e amiga do pastor.  O pastor é companheiro das ovelhas, conhece-as pelo seu nome e estas conhecem a sua voz (João 10: 4 e 27). Seu trabalho, com efeito, foi humilde como o do profissional que cuidava das ovelhas, sendo o desvelo, carinho e desprendimento de um pastor da Palestina apenas uma pálida imagem do que fez o Divino Redentor pelas criaturas humanas.


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Não há canonização na Bíblia II

    .... Chegamos ao Novo Testamento.  Além dos muitos heróis do Antigo Testamento, há os fiéis da era do cristianismo.  Ninguém cogita em canonizar uma figura impoluta como João Batista, degolado pelo testemunho da verdade cristã.  Não se pensa o mesmo sobre Estevão, apedrejado até a morte, dando testemunho de Deus e de sua fé.  E centenas de outros....

     Ante essa negativa, há uma verdade positiva: "Há um só Deus, e um só Mediados entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem" (I Timóteo 2: 5).


     Sendo totalmente desconhecida das Escrituras a doutrina da canonização, conclui-se que ela tenha sido inventada pelos homens.  Foi o que aconteceu no decurso dos séculos, depois do advento do cristianismo.


      O primeiro homem canonizado por um papa foi Ulrich, bispo de Allgsburg. A data desse acontecimento foi 993 da era cristã.  O papa que o canonizou foi João XV, que governou a Igreja de 985 a 996.


      Jesus fundou a sua Igreja por volta do ano 33.  Só no fim do século X foi canonizado o primeiro santo.  Daí se conclui que a igreja viveu pelo menos 960 anos sem canonizar alguém.


      Vale a pena avaliar as canonização à luz do primeiro mandamento do decálogo, conforme Êxodo 20.3: "Não terás outros deuses diante de mim".


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Não há canonização na Bíblia

Sendo a Bíblia o livro básico fundamental do Cristianismo, era de esperar-se que apresentasse farto ensinamento sobre a prática da canonização.  Todavia, em suas páginas essa doutrina é totalmente desconhecida.  Não há nas Escrituras o verbo canonizar.  Também não há o substantivo cânon ou canonização.

    Alguém pode questionar que, mesmo não existindo a palavra canonizar pode existir a doutrina ou a prática com outro nome.  Também isso não acontece.  Canonizar é o reconhecimento de que uma pessoa que já morreu foi levada ao céu e está desfrutando os benefícios do paraíso eterno.  É a afirmação de que essa pessoa está na presença de Deus.


     A Bíblia não foi produzida de uma só vez.  Ela foi escrita durante longo período de quase 16 séculos.  Nela aparecem personalidades marcadas pela realização de obras extraordinárias e grande fidelidade a Deus.  Desfiam nas páginas do Livro Sagrado homens e mulheres, cujas vidas foram padrões de dignidade e grande moral.  Foram pessoas usadas por Deus para a realização de milagres incontestáveis, com grande testemunho de fé e serviço ao próximo.  


     Não há, contudo, em toda a história bíblica, nesse longo perído, o relato de um concílio de sacerdotes ou profetas reunido para canonização de um antepassado, por mais nobre ou piedosa que tenha sido a sua vida.


continua ....


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Um menino

Aquele menino ativo,
tão veloz qual beija-flor,
assim de cútis morena,
não veio do híbrido conluio
macaco mais ser humano.
Veio só da espécie humana,
como manda o Criador.

Aquele menino vivo,
promessa de luz e vida,
só por ser  da gene humana,
é projeto a ser portento,
é bronze a ser feito ouro,
é planta a ser monumento.

Aquele menino ativo,
mais veloz eu um colibri,
mesmo vindo dos escombros,
é futuro promissor.

Não o torne rama solta
a mil perigos exposta.
Em sua alma infunda a luz,
inclusive a luz divina.
Fala dele um esplendor.