sexta-feira, 19 de abril de 2013

EU TENHO UM SONHO

Almejo um mundo com Deus,
repleto de luz e vida.
Jamais casais separados.
Jamais criança sofrida.  


JUSTIÇA

O mundo que Deus requer:
vida plena a toda gente
e ainda mais - segurança
além da vida presente.

O justo vive da fé,

jamais da justiça humana,
Sim.  Firmado na justiça
que da Justiça promana.  



quarta-feira, 17 de abril de 2013

UM HOMEM LUTOU COM DEUS


        Por estranho que pareça, encontramos na Bíblia esta declaração: “Como príncipe, lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (Gênesis 32: 28). A referência é ao patriarca Jacó, depois de intensa luta para receber de Deus uma bênção em momento de perigo.

        Jacó, depois de longos anos, ia encontrar-se de novo com o seu irmão Esaú, a quem ele muito temia pelos males que lhe havia causado. Agora estava dominado pelo pavor e remorso. Sabia que o irmão vinha ao seu encontro com quatrocentos homens. O temor o dominava. Presumia que seu irmão ainda estivesse possuído de ódio, como estava quando foi por ele prejudicado em seus interesses.

        Temendo assim Jacó a morte, bem como a de toda a sua família, enviou ao mano desafeto, para aplacar a sua ira, um generoso presente de cabras, ovelhas, vacas, camelos e jumentos, num total de 580 semoventes. Mas, não confiando apenas em suas gestões diplomáticas, tratou de buscar também a proteção de Deus. Ficou, portanto, sozinho no vale de Jaboque e orou durante toda a noite.

        É aí que se dá o seu encontro com o Anjo do Senhor. Trava-se uma batalha. Jacó implora do Senhor uma bênção, a fim de que, tranquilo, pudesse prosseguir em sua jornada. Pede, suplica, roga e chega mesmo a angustiar-se em sua profunda oração.

        O Anjo do Senhor tenta deixá-lo, mas o patriarca a ele se apega, num esforço desesperado, até que de Deus recebe a bênção desejada. É nesse momento que o nome de Jacó é mudado para Israel, porque, diz o texto sagrado, o servo do Senhor lutou com Deus e foi vitorioso.

        Entendem os estudiosos da Bíblia que naquele Anjo de Deus estava Jesus Cristo em sua preencarnação. É uma das vezes em que o Filho de Deus aparece no Velho Testamento. E aquele foi também um momento decisivo na vida do patriarca Jacó, quando se consolidou a sua confiança em Deus.

        Isso foi marcante em sua vida porque ele, num momento de grande angústia, não confiou apenas nos seus expedientes, mas buscou, como recurso final, a força de Deus e sua proteção. Exemplos semelhantes encontramos em todas as Escrituras e na experiência humana. Confirma-se, deste modo, a afirmação do Livro Santo: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na tribulação” (Salmo 46:1).

            Vale a pena ler-se na Bíblia a grande vitória alcançada por Jacó, fruto de sua confiança em Deus e os grandes favores que recebeu dos céus na continuação de sua jornada. Deus o conduziu à presença do seu irmão que antes, cheio de ódio, prometera vingança de morte. O encontro foi feliz e pacífico, e aqueles dois irmãos desafetos passaram a viver de novo em perfeita harmonia.

        O Deus de Jacó é o mesmo Deus do presente. O Deus de Jacó é o nosso refúgio.

 (do livro O caminho da vida)

domingo, 14 de abril de 2013

AS PREVISÕES EXATAS DA BÍBLIA


     O livro mais antigo da humanidade é confirmado em todas as suas afirmações neste tempo de luz e progresso. Ainda há pouco escreveu o eminente homem de letras Reinaldo Larrosa, professor de várias universidades e um dos grandes estudiosos da filosofia e da ciência:

        “Tudo aquilo em que a história profana e a Bíblia estão em desacordo, os historiadores estão errados, não descobriram a verdade passada, a verdade é o que a Bíblia diz. Tudo aquilo em que a ciência diz uma coisa e a Bíblia diz outra, às vezes completamente oposta, a ciência está errada e quem está certa é a Bíblia. E quando a ciência se corrigir e acertar, estará necessariamente de acordo com a Bíblia”.

        Adiante diz o professor Larrosa:

        “A mesma coisa tem acontecido com a história. Todos os fatos históricos da Bíblia negados pela história têm sido comprovados como verdadeiros. Quando eu era estudante no colégio, a história negava categoricamente a existência daquelas nove nações referidas no Gênesis: os heteus, os amorreus, os jebuseus, os quereseus, os retains, os cananeus, os girgaseus, os cadmoneus e os fereseus. Dizia a história que esses povos nunca haviam existido, que isto era imaginação bíblica. Mais tarde quando era professor no colégio, os arqueólogos desenterraram a civilização dos próprios babilônicos. E tive de acrescentar mais um capítulo ao curso: a história dos heteus. Quem acertou mais uma vez foi a Bíblia e não a história que a pretendia contradizer. Como este, poderia citar centenas de fatos”.

        Digam o que quiserem os homens, as afirmações da Bíblia têm sido comprovadas pela ciência e pela história. Este é o livro que tem sido provado pelos séculos, sendo aprovado em todos os seus pormenores.

        Além disso, a Bíblia faz a previsão da história. Aquilo que ela disse que havia de acontecer tem sido constatado com a mais precisa pontualidade. Os séculos e milênios têm confirmado em sucessivos acontecimentos as afirmações das Escrituras. Profetas do passado fizeram afirmações sobre a vida do povo hebreu e nações relacionadas com a vida do povo hebreu que pareciam irrealizáveis. Para surpresa e admiração de muitos, tais previsões têm sido cumpridas com fidelidade.

        Se a Bíblia fala a verdade em relação à ciência e à história, é de crer-se também que fale a verdade com relação aos preceitos estabelecidos para o homem. Se merecem fé suas afirmações com referência a fatos da vida de pessoas da história dos povos e das ciências, devem merecer também a consideração dos homens os conselhos e preceitos com referência aos aspectos religiosos da vida.

        Esse é o motivo por que o apóstolo Pedro escreveu em sua segunda epístola 1:19: “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça e a estrela da alva apareça em vossos corações.

sábado, 13 de abril de 2013

VENÇA O MAL COM O BEM


Isaque cava seu poço,
água jorra em abundância.
Vêm de lá os filisteus:
"esse poço nos pertence".
e põem Isaque a correr.

Isaque vai mais além

e cava poço de novo.
Mas os filisteus contestam:
"essa água nos pertence"
"fora daqui, seu Isaque."
- isso se dá por três vezes.

Isaque, qual peregrino,

outras paragens demanda,
dessa vez vai bem mais longe,
no afã de sobrevida,
- começa tudo de novo.

Largue, o Senhor lhe dá,

prosperidade e fartura:
água, não só abundante,
dá-lhe também "água viva".

Vai longe de Isaque a fama,

tamanha a sua grandeza.
Filisteus vêm visitá-lo
com ares de gente amiga. 

Deles vem até o rei,

acompanha um general
- "sempre fomos seus amigos,
  " você é servo de Deus,
  "você é de Deus bendito,
  "faça conosco aliança."

Isaque não recrimina,

não lança em rosto a maldade.
Recebe-os quais bons amigos
dá-lhes até um banquete.
E, sob as bênçãos de Deus,
faz pacto de lealdade.

Vence Isaque os filisteus,

compensando o mal com bem. 
 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

DIREITO UNIVERSAL

Morada pra toda gente
com conforto, água e luz;
não venha a faltar na alma
a segurança em Jesus.  



quarta-feira, 10 de abril de 2013

O HOMEM TEM SEDE DE DEUS


        Certa feita um homem que professava o ateísmo achou por bem criar seu filho em ambiente onde não se falasse em religião, não se adorasse a Deus e nada se cogitasse sobre o assunto. Levou então o menor para uma ilha deserta e começou a instruí-lo em sua escola de ateísmo. O menino foi crescendo naquele ambiente em que Deus era de todo desconhecido.
          Uma tardinha, ante um lindo pôr-de-sol, o ateu foi encontrar o seu filho completamente absorto na contemplação da cena que se vislumbrava, ao esconder-se o sol entre as nuvens. Sem ver o pai, o menino lançava um beijo ao astro-rei, dizendo:
            - Sol, leva este beijo para quem te criou.
            Este fato bem revela a inclinação humana para a adoração. Este sentimento é inato e nos foi outorgado por Deus para que não nos confundamos com os brutos. Um dos maiores erros do homem é apegar-se de tal maneira aos interesses rasteiros das coisas materiais que venha a esquecer-se do seu Deus, deixando de prestar-lhe o devido reconhecimento. No mundo globalizado de hoje prolifera a idéia do consumismo no qual fica minimizada a solidariedade e crescem a solidão e a violência num processo acelerado de desmoronamento do ser humano.  O homem só é feliz quando descobre que não é só corpo, mas nele habita um espírito que busca o encontro com o seu Criador. O homem tem sede de Deus.  

domingo, 7 de abril de 2013

JESUS, O BOM PASTOR



De várias maneiras Jesus definiu sua missão no mundo. Ele se apresenta como o pão que mata a fome, a água da vida, a porta do céu, o caminho, a verdade, a ressurreição e a vida.  Jesus é o bom pastor, o que vai à frente abrindo o caminho, ele conhece os atalhos e conduz as ovelhas com ciência e com inteligência (Jeremias 3: 15). 
        Considerando a profundidade e o elevado sentido da sua auto-apresentação, bem podemos repetir o que disseram os servidores do Império Romano que, indo prendê-lo, voltaram embevecidos com a Sua palavra: “Nunca homem algum falou como esse homem” (João 7:46).
        E Jesus se apresenta ao mundo sob essa figura sacrificial e amiga do pastor.  O pastor é companheiro das ovelhas, conhece-as pelo seu nome e estas conhecem a sua voz (João 10: 4 e 27). Seu trabalho, com efeito, foi humilde como o do profissional que cuidava das ovelhas, sendo o desvelo, carinho e desprendimento de um pastor da Palestina apenas uma pálida imagem do que fez o Divino Redentor pelas criaturas humanas.


sábado, 6 de abril de 2013

GENTE


Linda reserva ecológica
Em favela transformada;
Não mais as flores do campo,
Mas só gente acumulada.

Naquela verde montanha,

Favela a crescer, subir;
Vale ter olhos pra ver
E alma para sentir.

Mais acolá, numa gleba

Córrego - morada de gente.
é visão que fere a vista
Para a alma, dor pungente.

Verde montanha florida,

Foi viçosa em algum dia.
Muita gente amontoada
-por terra a ecologia.

Bem depois dos meus noventa,

Um lindo sonho me revela:
Daqui a mais vinte anos,
O Brasil sem mais favela.

Morada pra toda gente

Com conforto, água e luz.
Não venha a faltar na alma
A segurança em Jesus.

Almejo um mundo sem fome,

Vida plena - abastecida;
Não só na vida presente,
Mas com Cristo, o Pão da vida.

Seja bem-vinda a ajuda

Pela meta - fome zero.
Haja esforço gigantesco
Pra alcançar favela zero.






quarta-feira, 3 de abril de 2013

O HOMEM PREGAVA NO DESERTO



       Desde menino ele despertou a atenção de sua cidade e vizinhança pela singularidade de seu nascimento. Seus pais já eram avançados em idade, por isso não esperavam mais o nascimento de um filho.

        O aparecimento de João Batista veio como produto de uma profecia angelical, sendo revestido de aspecto sobrenatural e milagroso. Eis porque a notícia de sua vinda ao mundo correu célere por todas as montanhas da Judéia.

        O menino crescia e se desenvolvia. Seus pais, Zacarias e Isabel, estavam sempre na expectativa do cumprimento de uma previsão que sobre ele havia sido feita pelo anjo: “Será grande diante do Senhor. Será cheio do Espírito Santo”.

        O menino tornou-se homem. Agora já era conhecido como João Batista, o pregador. Mas por estranho que pareça, ao invés de procurar os grandes centros do seu tempo - Roma, Corinto, Damasco, Jerusalém, Alexandria - ele foi pregar no deserto da Judéia.

        Ali, em plena floresta, às margens do rio Jordão, iniciou o seu ministério de porta-voz de Deus. Sua pregação era baseada no ensino do profeta Isaías de cuja mensagem se dizia ser fiel cumprimento. Eis porque repetia o singular mensageiro: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai as suas veredas. Todo o vale se encherá, e se abaixará todo o monte e oiteiro; e o que é tortuoso se endireitará. E os caminhos escabrosos se aplainarão. E toda a carne verá a salvação de Deus”.

        E depois de citar o profeta Isaías, proclamava em alta voz a sua própria mensagem, que preconizava na fé em Deus, frutos de arrependimento e volta ao Messias Divino, que havia de vir.

        O povo, na sua ânsia incontida pelo conhecimento da verdade eterna, dirigia-se em grandes multidões ao deserto para ouvir a palavra do pregador. Ao anunciar a mensagem divina, ele concitava as multidões a uma vida nova de santidade e pureza e à esperança no Redentor prometido.

        Aqueles que ouvindo a sua mensagem sentiam o peso dos seus pecados e deles se arrependiam, confessando-os publicamente, João os batizava no rio Jordão, como símbolo da nova relação com Deus.

        Não demorou muito e sua fama se espalhou por toda a Palestina.

        Tendo em vista o alcance enorme de sua popularidade, muitas pessoas pensaram que fosse o próprio João Batista, o Messias prometido, o Cristo que havia de vir para a redenção dos homens.

        Nesse momento é que sublima a grandeza de alma e sinceridade do pregador. Ele mesmo se encarrega de desfazer essa falsa versão, sustentando que ele mesmo não era o Cristo. O Salvador do mundo em breve havia de aparecer. Este haveria de cumprir um ministério completo de redenção para o mundo. Estimulava a todos que cressem nele e o recebessem como Senhor e Salvador.

 (do livro O caminho da vida)

sexta-feira, 29 de março de 2013

O que é a Páscoa


       A Páscoa sempre foi, para o povo judeu, a comemoração da saída do Egito  para a terra da promessa.  Israel esteve sob um regime de aviltante escravidão, nada menos que 400 anos.
      Por determinação divina, e sob o comando de Moisés, esse povo sai triunfantemente do domínio dos faraós. Começa aí a longa viagem de 40 anos, com mil peripécias, até a conquista da Terra Prometida.
      A comemoração da Páscoa percorre séculos, sendo enfatizada nas fases mais importantes de sua história, sempre para lembrar a libertação do
Egito.
     Chegamos ao Novo Testamento – primeiro século do Cristianismo. Ainda encontramos a comemoração da Páscoa.
     Jesus, como bom judeu, a celebra com os seus discípulos.  Assim fazendo, a transforma na Ceia do Senhor, como praticam hoje as igrejas evangélicas.
     Abrange a comemoração o sacrifício a ser realizado pelo próprio Jesus: sua prisão, flagelamento, morte na cruz e ressurreição.
     Como para Israel a Páscoa simbolizava libertação, independência para o cristianismo evangélico ela simboliza libertação espiritual.  Em resumo, ela aponta para Cidade Eterna e a vivência feliz com Deus. 
    

quinta-feira, 28 de março de 2013

10 Fontes da felicidade que se secam

1.  Conta bancária robusta e sempre crescendo
2.   Viagens internacionais com hospedagens nos melhores hotéis
3.   Residência em mansão e pessoas para fazer tudo
4.   Domínio do conhecimento: doutorados e pós-doutorados
5.   Bom desempenho em alguma das belas artes
6.   Beleza e excelentes condições físicas
7.   Poder político e social: cargos importantes
8.   Presença na mídia e muita fama
9.   Lazer e diversão com todos os aparelhos modernos
10.  Domínio total em alguns idiomas
 
Tudo isso será anulado e posto por terra se não houver bom relacionamento com a família, vivência harmoniosa inclusive com os amigos.
Por isso diz a Bíblia.
Salmo 133: "Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.
É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orça das suas vestes.
Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre." 

segunda-feira, 25 de março de 2013

1° aniversário do Blog

Continuando a agradecer ao Senhor por um ano do Blog como instrumento de pregação.  

Isaias 40: 26 e 28 a 31

"Ergam os olhos e olhem para as alturas.  Quem criou tudo Isso? Aquele que põe em marcha cada estrela do seu exército celestial, e a todas chama pelo nome.
Tão grande é o seu poder e tão imensa a sua força, que nenhuma delas deixa de comparecer!...
Será que você não sabe? Nunca ouviu falar? O Senhor é o Deus eterno, o Criador de toda a terra. Ele não se cansa nem fica exausto; sua sabedoria é insondável.  Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças.
Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças.  Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam."

domingo, 24 de março de 2013

Aniversário de 1 ano do Blog

Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade. 
Salmos 115:1

domingo, 17 de março de 2013

A família e o celibato (continuação)

6. A união entre marido e mulher é comparada ao amor de Cristo dedicado à sua igreja (Efésios 5: 22-23).
7. O ministro casado tem melhores condições de sentir e avaliar os problemas das famílias.
8. O ministro casado, pela vivência com sua própria família, adquire condições mais favoráveis para o trato com as várias faixas etárias do seu relacionamento.
9. A pessoa casada é menos sujeita ao envolvimento e domínio das muitas tentações que a cercam constantemente.
10.  O ministro casado, além de ter na companheira uma ajudadora, consegue maior índice de credibilidade no trato com as famílias.

Por estes motivos e muitos outros que poderiam ser alinhados, chega-se à conclusão da inconsequencia e validade da lei do celibato obrigatório como estilo de vida para qualquer pessoa.  



quarta-feira, 13 de março de 2013

Família e o celibato obrigatório

Temos salientado no decurso de nosso trabalho o valor incomparável da família como fator importante do bem-estar humano.  Sendo o homem um ser social, não se sente totalmente feliz e realizado sem a presença da família.
Ao mencionarmos o celibato obrigatório, fazemos referência a uma lei eclesiástica, segundo a qual ministros religiosos, homens e mulheres, são totalmente proibidos de contrair o casamento.  O assunto já foi objeto de debate nosso pela imprensa.  Não encontramos motivos para a lei e prática do  celibato obrigatório pelas seguintes razões:
1. O celibato obrigatório contraria frontalmente a natureza social, biológica e psicológica do ser humano e ainda o seu natural instinto de perpetuação da espécie.
2. Não é recomendado nas Escrituras do Velho ou do Novo Testamento.  Em todo o Livro sagrado não há proibição do casamento.
3. Pelo contrário, há fartas recomendações para que ministros de Deus sejam casados (I Tim. 3: 1-5; Heb. 13:4).
4. A vida celibatária não é superior em santidade e pureza, diante de Deus, à vida conjugal.  
5. Pelo contrário, a união entre casados e exaltada, conforme a Bíblia (Samos 127 e 128).  
...continua

domingo, 10 de março de 2013

Há vida em Cristo

Salvação é o assunto principal no Evangelho.  O ponto alto em nosso relacionamento com Deus é crer em Jesus Cristo como único e suficiente Salvador. A vida cristã não começa por qualquer ritual, como batismo ou algum chamado "sacramento", mas por uma atitude de fé genuína no Divino Salvador.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna."


O mundo moderno necessita desesperadamente dessa verdade primária do Evangelho.  


sexta-feira, 8 de março de 2013

JESUS E PEDRO

Jesus é Rocha da vida
é o Pai da eternidade.
Quanto a Pedro, é só pedrinha,
não passa de pedregulho;
sujeito a falhas humanas,
erra, tropeça e vacila
não infalibilidade. 

quarta-feira, 6 de março de 2013

Um mundo sem fechaduras

Abro minha Bíblia e encontro um mundo no qual não há necessidade de qualquer dispositivo de segurança.  É o mundo em que domina a presença de Deus, e o temor está no coração dos homens.  Tal mundo é descrito nestes termos pelo profeto Isaías: "O Senhor exercerá o seu domínio sobre as gentes, e repreenderá a muitos povos.  E estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices, não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerrear" (2:4)
Diz o profeta: "Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar" (11:9)
Um mundo sem fechaduras, sem chaves e sem qualquer dispositivo de segurança é o ideal de Deus.  Isso ocorrerá, sim, quando o coração dos homens se encher do conhecimento do Senhor.

domingo, 3 de março de 2013

Quem é Jesus


De várias maneiras Jesus definiu sua missão no mundo. Ele se apresenta como o pão que mata a fome, a água da vida, a porta do céu, o caminho, a verdade, a ressurreição e a vida.  Jesus é o bom pastor, o que vai à frente abrindo o caminho, ele conhece os atalhos e conduz as ovelhas com ciência e com inteligência (Jeremias 3: 15). 
        Considerando a profundidade e o elevado sentido da sua auto-apresentação, bem podemos repetir o que disseram os servidores do Império Romano que, indo prendê-lo, voltaram embevecidos com a Sua palavra: “Nunca homem algum falou como esse homem” (João 7:46).
        E Jesus se apresenta ao mundo sob essa figura sacrificial e amiga do pastor.  O pastor é companheiro das ovelhas, conhece-as pelo seu nome e estas conhecem a sua voz (João 10: 4 e 27). Seu trabalho, com efeito, foi humilde como o do profissional que cuidava das ovelhas, sendo o desvelo, carinho e desprendimento de um pastor da Palestina apenas uma pálida imagem do que fez o Divino Redentor pelas criaturas humanas.