terça-feira, 4 de junho de 2013
Relacionamento gay contra a vida
Na avaliação de tudo quanto existe, a vida é o bem maior. Em resumo, tudo o que fazemos é em favor da vida. Nossas atividades são desenvolvidas pela vida.
Tanto é assim que o termo atividade inclui vida. É o esforço, a dedicação, o trabalho de cada dia exercido para a sua preservação.
E esse empenho não se limita apenas ao bem-estar das pessoas presentes. Há a perspectiva de vida também para o futuro.
Além dos filhos, pensamos também nas gerações futuras. Grande bênção de Deus concedida a uma pessoa é o privilégio de conhecer netos e bisnetos.
Não é assim no relacionamento gay. Este é estéril, seco, vazio, destituído de qualquer espectativa da perpetuação da espécie humana.
E, portanto, uma prática que se comporta totalmente fora das normas da vida.
Desse modo, conspira contra o que é um dos grandes anseios do homem e da mulher, por séculos e milênios - o da perpetuação da existência humana.
Sendo a vida a razão principal de toda a nossa atividade, tudo o que elimina a sua possibilidade e desenvolvimento, é contra o princípio fundamental do universo - a vida.
A ação que fere a vida é contra o Senhor da vida.”
domingo, 2 de junho de 2013
ÁRVORES QUE ANDAM
O
homem que contemplou esta cena era cego. Ver os homens como “árvores que andam”
foi sua primeira sensação de capacidade visual. Foi uma noção estranha que não
pode ser entendida à primeira vista. Acompanhe, entretanto, o leitor esta
exposição e descobrirá o segredo desta visão de árvores que andam.
O homem habitava num lugar chamado
Betsaida. Ali chegara Jesus, como sempre, realizando prodígios e milagres em
atendimento aos necessitados que o procuravam. O cego foi levado à presença do
Divino Salvador. Ao primeiro toque de sua mão, pôde ele alcançar algum
vislumbre da realidade do mundo. Teve assim a primeira noção visual do mundo
exterior.
Bem podemos imaginar seu estado
emocional naquele momento em que seus olhos se abriam pela primeira vez. Estava
ele “fora da aldeia”, ao que parece, a sós com Jesus. Ao ser interrogado pelo
Filho de Deus se via alguma coisa, seus olhos, ainda desacostumados à visão do
mundo, teriam se fixado nos galhos das árvores balançados pelo vento.
Desorientado pela emoção, sua resposta é aquela que aparece no Evangelho de
Marcos: “Vejo os homens, pois os vejo como árvores que andam”.
Logo depois o Mestre Divino põe
sobre ele novamente sua mão. Tal atitude de ternura tem o poder de amenizar sua
tensão nervosa, fazendo-o voltar a uma observação mais atenta. Agora, o homem
se refaz em sua emoção. Em um momento recompõe o quadro, para ele inteiramente
novo, com as noções que, antes em sua cegueira, podia apenas imaginar. Já os
homens agora, não são mais árvores que andam. Por isso registra o texto
sagrado: “Já via ao longe e distintamente a todos”.
O fato mencionado na Escritura sem
qualquer interpretação traz-nos lições de inestimável valor. O homem, em sua
cegueira espiritual, tem noções completamente deturpadas de Deus, do mundo e do
seu próprio semelhante. Aos primeiros contatos com a revelação divina, começa a
melhorar sua compreensão de Deus e sua relação com o universo.
Isso, porém, nem sempre é adquirido
de um momento para o outro. Em etapas mais ou menos longas, sua compreensão
vai-se aclarando às sublimes realidades do espírito. De princípio sua visão que
mostra criaturas humanas como seres brutos ou “árvores que andam” se aperfeiçoa
na contemplação distinta de todos. Agora Deus, o mundo e os homens são vistos sob
o prisma de uma realidade perfeita.
Paulo, o apóstolo, fala de um véu
que é tirado dos olhos daquele que se converte ao Senhor. Sua visão completa e
perfeita de tudo dá-lhe oportunidade de seguir pelo caminho que o conduza à
felicidade.
Bem pode todo aquele que crê em
Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor dizer como um outro cego encontrado
pelo Filho de Deus: “Uma coisa sei. Era cego e agora vejo”.
(do livro O caminho da vida)
sexta-feira, 31 de maio de 2013
No dia internacional contra o tabagismo
CIGARRO - BRANDO ASSASSINO,
QUE DESTRÓI DA VIDA A SORTE
QUEM DELE SE TORNA ESCRAVO,
SE ESCRAVIZA ATÉ A MORTE
O CIGARRO É QUAL VENENO
QUE SÓ
MATA DE MANSINHO,
ELE NÃO MATA DE VEZ,
MAS MATA DEVAGARINHO.
(consulte o meu livro 12 minutos por Cigarro, editora Juerp)
quarta-feira, 29 de maio de 2013
GUERRA
O rei não vai para a guerra,
nem tão pouco o Presidente.
Só vai ao campo de luta
o soldado e pobre gente.
domingo, 26 de maio de 2013
PROVISÃO PARA O CAMINHO
Conta-se
que, no início do século findo, um homem reservou passagem em um navio que ia
da Europa para os Estados Unidos. Com muita economia ele juntou dinheiro durante
três anos para fazer a viagem. Tendo conseguido o suficiente, comprou a
passagem. Não possuindo recursos para as despesas de alimentação, durante a
viagem, fez um pacote de queijo, biscoitos e bolachas para a longa permanência
no navio.
Iniciada a viagem, ele comia todos
os dias um pouco. Apesar de toda a economia, o suprimento foi-se acabando. O
homem começou a comer cada vez menos. Nos dois últimos dias da viagem, ele já
não dispunha de mais nada com que pudesse se alimentar e começou a passar fome.
Alguém, que viajava no mesmo navio,
perguntou ao homem, que mostrava no semblante sinais de desnutrição, porque tal
acontecia. Sua resposta foi que o seu suprimento de alimentos se acabou. Nesse
momento o sofrido passageiro ficou sabendo que no preço da passagem que ele
havia comprado já estavam incluídas três fartas refeições por dia e mais
lanches nos intervalos.
Algo acontece, não raro, em nossa
viagem rumo à Canaã de Deus. Temos do Senhor o suprimento para as nossas
necessidades presentes e eternas. O Evangelho é bênção para a vida atual, na
família, nos relacionamentos fraternais e em toda a vivência social. Todavia
desconhecemos, pelo menos em parte, a grandeza e sublimidade desses valores e
estamos a comer os minguados “biscoitos e bolachas”, em vez de desfrutar dos
banquetes de vida abundante que Cristo nos proporciona.
Foi o que aconteceu com o jovem da
parábola do Filho Pródigo relatada por Jesus, conforme Lucas, capítulo 15.
Deixou a casa aconchegante do pai e saiu pelo mundo em busca de prazeres.
Desprovido de tudo, entrou a passar fome. Seu estômago encontrava-se vazio, e
ele desejava apenas enchê-lo com as bolotas que os porcos comiam. Mesmo assim,
ninguém lhe dava nada. Lembrou-se então dos empregados do seu pai, que tinham
fartura de alimentação. Foi nesse momento que o jovem caiu em si e tomou uma
firme resolução. Voltou arrependido para os braços do pai, que o recebeu com
festas e banquetes.
Valeu a pena, apesar de todos os
protestos do irmão mais velho.
A mensagem da vida está aí, ao alcance
de todos. É anunciada em toda parte. Disse Jesus: “O reino de Deus está no meio
de vós”. O certo é que a verdade eterna do Evangelho chegou até nós. Mas há
muita gente que não a conhece ou a despreza. Que não seja assim com o amado
leitor.
(do livro O caminho da vida)
sexta-feira, 24 de maio de 2013
FAVELA DO ALEMÃO
Dia 23 de maio do ano 2013,
favela pacificada,
chamada "do Alemão",
quem lá manda é traficante.
Assim determina o chefe:
"feche o comércio e escolas,
ninguém entre, ninguém saia,
é toque de recolher".
Isso é feito em represália -
morreu nosso comandante,
nosso querido "Filhão".
favela pacificada,
chamada "do Alemão",
quem lá manda é traficante.
Assim determina o chefe:
"feche o comércio e escolas,
ninguém entre, ninguém saia,
é toque de recolher".
Isso é feito em represália -
morreu nosso comandante,
nosso querido "Filhão".
PALAVRA
Palavra - fonte de luz,
na estrada, tocha e candeia
ou chama destruidora
que mais de um bosque incendeia.
na estrada, tocha e candeia
ou chama destruidora
que mais de um bosque incendeia.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
VIVÊNCIA EM FAMÍLIA
No vasto mar da vivência,
evita vagas e ondas,
contorna algumas perguntas
e nem a tudo respondas.
No convívio da família
cultiva a doce plantinha,
tira dela as parasitas
e colhe os frutos da vinha.
evita vagas e ondas,
contorna algumas perguntas
e nem a tudo respondas.
No convívio da família
cultiva a doce plantinha,
tira dela as parasitas
e colhe os frutos da vinha.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
A VERDADE SUPREMA
Ao
fazer indagações sobre as origens e destino do homem e do universo, Sócrates, o
maior sábio da Grécia antiga, dizia: “Eu corro atrás da verdade como um
sabujo”. Sabujo é cão altamente farejador.
Com efeito, as grandes pesquisas de
laboratório, as excursões científicas, as arrojadas aventuras para o fundo dos
mares e o espaço sideral, o enorme esforço do homem em sua ânsia de conquistar
o universo, tudo isto não visa outra coisa senão ao empenho incontido de pôr o
gênero humano em contato com a verdade. Queremos a verdade sobre o que se
encontra no fundo dos mares e no espaço sideral.
Jamais, porém, chega o homem ao
conhecimento da verdade em sua plenitude. Quanto mais conhecimento alcança,
mais fica sabendo sobre a grandeza e infinitude do universo e compenetrando-se
de que ele é apenas um pequenino grão de areia em face da sua magnitude.
Entretanto, Cristo, satisfazendo a
esta incontida aspiração humana, apresenta-se como a verdade no sentido mais
perfeito e elevado. É ele a verdade, porque sintetizou em seu próprio ser tudo
o que sobre a sua pessoa divina disseram, nas Escrituras, os profetas da
antigüidade. Cristo é, em si mesmo, uma síntese da história, revelando, em sua
plenitude, toda a ciência de Deus, como diz Paulo, “oculta em mistério”. É o
Messias Divino, para o homem, a revelação de todo o segredo de Deus.
Não é que o homem com Cristo esteja
em condições de desvendar os mistérios do universo físico. Isto seria muito
pouco e de proveito quase nulo. Afinal de contas que proveito traria ao pobre
mortal o conhecimento de mais uma estrela entre bilhões que cintilam no céu
deste imenso universo? Para que saber mais de outros mundos, se há mistérios
insondáveis no mundo que habitamos e no minúsculo mundo do nosso próprio ser?
Cristo, como essência da verdade,
revela mistério muito mais profundo e de efeitos práticos e proveitosos ao
homem. É o segredo, até então insondável, do próprio Deus que, sendo tão
grande, está interessado em fazer feliz essa pequenina criatura que vive neste
pequeno planeta, por apenas alguns segundos da eternidade.
Esta é, sem dúvida, uma revelação
confortadora para a insatisfeita criatura humana, tão ávida de pequenas
“verdades” que passam como bolhas de sabão na voragem do tempo. Cristo, vindo
ao mundo, revelou-lhe o segredo completo da felicidade que não se limita ao
exíguo tempo de vida que o homem leva neste mundo nem à simples dispensação da
Terra.
Ele
revela a verdade em amplitude universal e eterna. Vale a pena conhecê-la. “Todo
aquele, pois, que ouve estas minhas palavras, e as põem em prática, será
comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha”. (Mateus
7: 24). O discípulo tem uma responsabilidade: ser sábio diante dos ensinamentos
bíblicos que ostentam a tão perseguida verdade.
(do livro O caminho da vida)
domingo, 12 de maio de 2013
62 ANOS DE CASAMENTO
Neste festejado dia das mães,
que por toda parte é, merecidamente cantado em prosa e
verso,
lembro também dos nossos 62 anos de casamento.
Presto homenagem à minha esposa Irenita
e dou graças a Deus por todas as mães –
fonte da perpetuação da vida.
HOMENAGEM ÀS MÃES
Buscando
a Canaã, andamos juntos,
Por
vales e montanhas nesta vida.
À
noite a luz divina é clara e amena,
De dia
há nuvens que amenizam a lida.
Tangidos
pela fé – olhar distante,
A
marcha é lenta – às vezes perigosa.
Na
curva do horizonte divisamos
No fim
de tudo a terra esplendorosa.
Hoje,
cinqüentenária é nossa marcha.
E
nesse viajar, na longa estrada,
Os pés
na terra, os olhos no porvir,
Graças
damos a Deus pela jornada.
Enquanto
perdurar a caminhada,
Outros
chamamos para a terra além.
Como
Moisés a Hobabe no deserto:
Venham
conosco e lhes faremos bem.
Confira
Número 10: 29-36
À esposa Irenita na celebração das Bodas de Ouro. 12 de maio de 2001.
No dia de hoje comemoramos 62 anos de abençoada união.
sábado, 11 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
HUMANISMO COM DEUS
Não despreze o humanismo
como doutrina sem luz,
visto que o amor ao próximo
é preceito de Jesus.
Só desprezo o humanismo
quando deixa fora Deus.
Quando inclui Deus e homem
- assim procede dos céus.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
DEUS ÚNICO
A nova beata
Nhá Chica pode ser boa,
memória a ser preservada,
pelos seus feitos e vida,
digna de ser imitada.
Mas há um princípio eterno
nas Santas Leis Divinais
que percorre as escrituras,
por Jesus perpetuado.
Este princípio supremo
que limita o ser humano
está assim registrado:
"ao teu Deus adorarás,
só a Ele servirás."
(Mat. 4:10 e Luc 4:8)
Nhá Chica pode ser boa,
memória a ser preservada,
pelos seus feitos e vida,
digna de ser imitada.
Mas há um princípio eterno
nas Santas Leis Divinais
que percorre as escrituras,
por Jesus perpetuado.
Este princípio supremo
que limita o ser humano
está assim registrado:
"ao teu Deus adorarás,
só a Ele servirás."
(Mat. 4:10 e Luc 4:8)
sábado, 4 de maio de 2013
62 ANOS DE PASTORADO
Decorrido mais um ano
que a mensagem eu proclamo
resumo a filosofia
neste conceito sublime
qual sintetizou Jesus:
veja o Deus da eternidade,
o Criador soberano.
Trate como você mesmo
pobre, abastado e mendigo -
o seu próximo - o ser humano.
(no dia 30 de abril de 2013 comemorei o meu aniversário de 62 anos de ordenação pastoral)
que a mensagem eu proclamo
resumo a filosofia
neste conceito sublime
qual sintetizou Jesus:
veja o Deus da eternidade,
o Criador soberano.
Trate como você mesmo
pobre, abastado e mendigo -
o seu próximo - o ser humano.
(no dia 30 de abril de 2013 comemorei o meu aniversário de 62 anos de ordenação pastoral)
quarta-feira, 1 de maio de 2013
DAVI E SAUL
Nos bosques desolado, e a solidão noturna
Do
espantalho, do horror, da morte perseguido,
Na caverna
do abismo, horrenda e taciturna
Esconde-se
Davi, tremendo e espavorido
É
Saul que o procura e vai de furna em furna
A
buscá-lo, feroz, qual tigre enraivecido,
E
o filho de Jessé, da sombra da cafurna,
Percebe
vir de longe o exército aguerrido.
Eis que no
acampamento, enquanto a tropa dorme,
De manso
vai Davi pela floresta enorme
E vê
também dormir, calma e tranqüilamente,
Seu
tremendo inimigo, o hebreu perseguidor,
A
vida poupa então, ao vil competidor
Em
vez de lhe cravar no peito a espada ardente.
Escrevi
este soneto em 1945. Estudava no Colégio Estadual da Bahia em Salvador. A
composição retrata o conflito entre o rei Saul, já rejeitado por Deus, e o
futuro rei Davi. (I Samuel 24).
Nesse
tempo, ainda jovem estudante, eu ajudava o ministério do missionário M.G.White,
como pré-seminarista nas Igrejas Batistas Sião e Brotas, em Salvador.
domingo, 28 de abril de 2013
CAMINHO APLAINADO
O
Cristão de hoje pode avistar um horizonte largo. Não tem mais de abrir picada
estreita, através da densa floresta. Pelo contrário, há diante dele um caminho
aberto pela experiência dos que já se foram.
O servo de Deus desta dispensação é bem
mais feliz do que o de épocas remotas. Na epístola aos Hebreus encontramos uma
galeria de heróis que viveram e morreram pelos ideais que hoje desfrutamos. Todos
avançaram através de experiências amargas e difíceis, tendo eles mesmos de
abrir o caminho para a sua peregrinação.
Olhando aqueles heróis para a frente,
nada podiam ver. Andaram somente pela fé e não pela vista. De nada do que temos
hoje, como bússola a nos nortear, eles dispunham. Tudo era incipiente, esboço,
projeto apenas. As verdades divinas, tão claras hoje aos que conhecem o
Evangelho pela confirmação das Escrituras, eram para eles apenas sinais
inexpressivos. O edifício da redenção, tão bem construído e acabado ao ensejo
do ministério de Cristo, era para aqueles bravos do Antigo Testamento apenas o
começo de uma planta mal esboçada.
Mas eles, naquelas representações
imperfeitas de um cordeiro, um novilho sacrificado, um holocausto feito pelo
sacerdote, puderam ver a glória da redenção futura, que em Cristo havia de ser
consumada. Tudo era apenas sombra pálida e imperfeita da grande realidade que
havia de se projetar no futuro. Tinha cada símbolo para eles uma viva mensagem
de fé e esperança, e sob a luz dessa visão puderam marchar confiantes.
Nós, porém, não olhamos mais para uma
simples promessa, mas para uma sublime realidade. Temos no cristianismo uma
obra consumada. Cristo já fez pelo homem o que para os nossos antepassados era
apenas uma longínqua esperança. Diante de tudo isso, nossa fé está alicerçada,
não apenas no que há de acontecer, mas no que já aconteceu. Assim, o Evangelho
não é para nós o que foi para Abraão, Isaque, Jacó e tantos outros - uma
promessa distante - mas uma esperança que se tornou realidade, e vai se
projetando para o futuro.
O Evangelho de Cristo é, deste modo, um
caminho aplainado. Quem segue por essa luminosa estrada não tem razão para ser
assaltado pela dúvida. Há uma “nuvem de testemunhas” que antes de nós já
percorreu esse caminho santo, alcançando a promessa divina para a sua redenção.
Feliz é o homem que, encontrando esse
caminho aplainado, segue por ele sem hesitação alguma até o encontro com o seu
destino eterno.
(do livro O caminho da vida) sábado, 27 de abril de 2013
FILHO PREJUDICADO
Limite de amor ao filho
pra não ser muito mimado.
Se o amor é sem limite
o filho é prejudicado.
pra não ser muito mimado.
Se o amor é sem limite
o filho é prejudicado.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
UM MENINO
Aquele menino ativo,
tão veloz qual beija-flor,
assim de cútis morena,
não veio do híbrido conluio
macaco mais ser humano.
Veio só da espécie humana,
como manda o Criador.
Aquele menino vivo,
promessa de luz e vida,
só por ser da gene humana,
é projeto a ser portento,
é bronze a ser feito ouro,
é planta a ser monumento.
Aquele menino ativo,
mais veloz eu um colibri,
mesmo vindo dos escombros,
é futuro promissor.
Não o torne rama solta
a mil perigos exposta.
Em sua alma infunda a luz,
inclusive a luz divina.
Fala dele um esplendor.
tão veloz qual beija-flor,
assim de cútis morena,
não veio do híbrido conluio
macaco mais ser humano.
Veio só da espécie humana,
como manda o Criador.
Aquele menino vivo,
promessa de luz e vida,
só por ser da gene humana,
é projeto a ser portento,
é bronze a ser feito ouro,
é planta a ser monumento.
Aquele menino ativo,
mais veloz eu um colibri,
mesmo vindo dos escombros,
é futuro promissor.
Não o torne rama solta
a mil perigos exposta.
Em sua alma infunda a luz,
inclusive a luz divina.
Fala dele um esplendor.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
OLHOS EM DEUS
A perfeição não
existe,
mas alcançá-la almejamos.
Centrando os olhos em Deus,
dela nos aproximamos.
Leva a vida no presente:
terra, luz, prosperidade.
Olhos fitos no além
- suprema felicidade.
mas alcançá-la almejamos.
Centrando os olhos em Deus,
dela nos aproximamos.
Leva a vida no presente:
terra, luz, prosperidade.
Olhos fitos no além
- suprema felicidade.
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